quinta-feira, 6 de maio de 2010

 

A Estória do Bruce/Mú...

ESTÓRIA SURREAL

Era uma vez um gato.
Um gato como tantos outro, vulgar de Lineu. Sem linhagens, sem raça de nome espampanante, apenas um gato. Preto e branco. Como tantos outros. E, como todos os gatos, teve a sua infância e a sua adolescência. Vamos encontrar ele já adulto vivendo com o seu ‘pai’ Rui, o qual dividia uma casa com o seu amigo Bruce ali para os Anjos, em Lisboa.

Tudo corria dentro da maior normalidade entre os carinhos do ‘pai’ Rui e as travessuras do gato. Bem, tinha-me esquecido de dizer que esse gato vulgar, como tantos outros, tinha sido batizado como todo o gato que se preza. Com o nome Mú.

Um dia chuvoso de Abril, o ‘pai’ Rui chega a casa e não é recebido à porta com as habituiais marradinhas do Mú. O Mu, de forma que nunca foi esclarecida, resolvera fugir. Bem, não teria sido bem fugir, pois não teria razões para tal. Apenas resolveu ir conhecer mundo.

O ‘pai’ Rui ficou desesperado, procurou o Mu por todo o bairro, colou papeis por todas as portas de todas as casas de todas as ruas de todo o bairro dos Anjos. Mas parecia que o Mu decidira ir mesmo para os antípodas.

Algures na Amadora, duas semanas depois.
Era noite e o Senhor A. chegara à garagem colectiva do prédio onde habitava. Ouve miar. Começa a procurar no escuro da garagem até que encontra um gato escondido debaixo de um carro. O Senhor A. ajoelha-se e tenta tirar o gato de baixo do carro. Com algum receio, diga-se. Contudo, o gato deixa o Senhor A. puxá-lo. Pela enésima vez o Senhor A. vai carregar no botão da luz da garagem e, quando olha para o gato que tirara debaixo do carro, fica arripiado ao ver o estado em que o gato se encontrava. Estropiado é a palavra para descrever o seu estado. O Sr. A. fica aflito, pois nunca tivera qualquer tipo de relacionamento directo com gatos, e fica sem saber o que fazer. Mas o Senhor A. tem coração. Sobe a sua casa e procura nas listas telefónicas qualquer referência em que se possa apoiar para pedir ajuda. Lá está a EntreGatos.

O Senhor A. liga para a Associação e explica a situação. Do outro lado, a Ema pede-lhe para ele fazer o favor de levar o gato à Associação. O Senhor A. vai numa corrida a uma grande superfície comprar uma transportadora, volta à garagem, coloca o pobre estropiado na transportadora e segue para a Rinchoa. Á sua espera já estava a Ema que, mesmo habituada a lidar com situações críticas, fica horrorizada com o estado do gato. Visivelmente, este teria sido atraido pelo calor do motor de um carro e resolvera ali dormir. O dono do carro, no dia seguinte, entra, põe o motor a funcionar e inicia a sua viagem e o gato é estropiado pelas partes em movimento do motor. Entretanto, a Ema efectua os primeiros tratamentos e, ao mesmo tempo, acede ao pedido do Senhor A. para se tornar sócio da EntreGatos. È que o Senhor A. era mesmo um bom Homem....

No dia seguinte, o pobre estropiado é levado ao veterinário da Associação, o qual faz os curativos essenciais. Como todos os gatos à chegada, este foi batizado. Deram-lhe nome BRUCE.

Alguns dias depois, o gato que quis conhecer o mundo, é deslocado para uma FAT da Associação. Logo que chega, é colocado na banheira para ser lavado, pois estava todo cheio de restos de óleo. Contrariando o mito do gato que de água fria tem medo, este deixou-se lavar sem qualquer reclamação. Durante duas semanas ele foi tratado na FAT com todo o cuidado e carinho.

Entretanto, a sua história já fora publicada no blogue da EntreGatos na esperança de que aparecesse o dono, pois era visivel que o Bruce tinha vivido com uma família. Nada! No passado domingo, houve uma sessão fotográfica na FAT para publicar as fotos dos ‘hóspedes’ no blogue.

Escrevia-se o dia 5 de Maio de 2010 quando as linhas se cruzam e um amigo de uma amiga envia à EntreGatos a folha que, largas semanas antes, tinha sido distribuida por todo o bairro dos Anjos em Lisboa, onde se dava como desaparecido o MÚ. ‘Mas parece mesmo o Bruce!’, comenta-se. ‘Não, não pode ser’, responde alguém. ‘O MÚ desapareceu em Lisboa, o Bruce foi encontrado na Amadora!’ Liga-se logo para o telefone indicado na folha. Responde o Rui. - ‘O seu Mú já apareceu?’, pergunta-se. O Rui, meio choroso, responde que não. -‘Veja o gato de nome Bruce que está no blogue da EntreGatos. É parecido com o seu Mú!’. O Rui vai olhar e grita: ‘É o meu Mú !!!!!!!!!!!!!!!’

Combina-se de imediato o reconhecimento ‘in loco’. A FAT é avisada. -‘Não, isso era bom demais, mas é irreal. Dos Anjos à Amadora são 18 km! Nenhum gato aguentaria uma viagem de 18 km – sendo grande parte em via rápida (IC 19) – dentro do motor de um carro!’.- ‘Mas o dono do Mú está certo de que o Bruce e o Mú são o mesmo gato!’ - ‘Seria bom que assim fosse,mas teoricamente tal seria impossível...’

O Rui chega à Rinchoa e entra na casa da FAT. O Bruce está confortavelmente aninhado num cesto, bem refastelado na almofada. Acabara de tomar a medicação da noite. O Rui abeira-se do Bruce.- ‘É o meu MU !’, grita!

Ajoelha-se junto do cesto. O Bruce levanta a cabeça e encosta o focinho na cara do Rui, bem perto da boca, tipo beijo. Afinal, era mesmo o Mú !!!!!
Estava feito o reconhecimento mútuo.- ‘Porque deram o nome Bruce ao meu Mú ?’, questiona o Rui.
Boa pergunta, pensamos nós. - ‘Já dizia a MRP que não há coincidências... O amigo com quem divido a minha casa nos Anjos – 18 km afastada da Amadora onde o Bruce/Mú foi encontrado e 28 km da Rinchoa onde o Bruce/Mú foi batizado e alojado – chama-se... Bruce !!!!!’

Teoricamente, tudo isto seria impossível. Demasiado irreal!

Mas aconteceu realmente.
É só o homem querer.... e tudo é possível. Basta o Homem querer para o mundo se tornar no paraíso.

Mais uma lição de vida.

(Texto escrito por Zé - FAT do Bruce/Mú)

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Comentários:
Simplesmente comovente ;)
PARAbÉNS e felicidades Mú!
 
Linda estória... assim fossem todas ;)

Parabéns a todos que fizeram parte dela!
 
Bruce.. menino lindo muita sorte .... ve se não vai procurar uma nova aventura.....
 
oh Mu vê lá se tens juizo, nem imaginas o que é perder um amigo desajuizado :(

e como a avaliar pela aparência até és capaz de ser meu parente, toma lá uma lambidela e um miado para ficares bom rápido agora que tens o Rui a cuidar de ti :)
 
COMOVENTE ESTA HISTÓRIA,COM ESTE FINAL TÃO FELIZ.
AFINAL..O MU..ANDOU BASTANTE HEIM?
MAS ENCONTROU SEU DONO E FICARAM FELIZES PARA SEMPRE.
QUE BOM SE TUDO TIVESSE UM FINAL FEITO ESTE.
PARABENS AO ENTREGATOS.
ABREIJOS VOVI §(*.*)§ MYGDIA
 
Olá a todos, eu sou o Rui, o dono do Captain Muhu (capitão pela mascarilha, Mú porque parece uma vaca). O Mú, que agora para além de Mú e gordo, também já é chamado por bruce :)

Só hoje encontrei palavras para descrever a torrente de emoções a que fui sujeito ontem, desde o momento em que a Ema me ligou, até sair da casa do Zé e da naty. Trato-os a todos pelo nome pessoal, sem títulos nem outros floreados, porque quem tratou tão bem do "meu irmão", se tornou meu amigo próximo para sempre.

A história da viagem heróica do Mú já foi contada pelo Zé. Eu hoje passei por aqui para falar de outros heróis, como o Zé, o Sr. A, a Ema e tantos outros, que num gesto de humanidade sem igual, são incapazes de ver um bicho sofrer e manterem-se indiferentes.

A eles e a todas as pessoas que me telefonaram, para dar informações ou apenas para me perguntarem se o gatinho já tinha aparecido, deixo um agradecimento sentido. O agradecimento de quem já estava praticamente convencido que tinha perdido um dos seus amigos mais próximos para sempre.

Não sou católico e, consequentemente, não acredito em milagres, mas sei que há gente santa, gente que pratica o bem, abdica por vezes de algumas comodidades ou apenas do seu tempo livre para praticar o bem. Durante os dias em que o Mú esteve desaparecido conheci várias pessoas dessas, mas hoje a minha homenagem muito especial vai para 4 pessoas. O senhor que encontrou o gato, a Ema, o Zé e a Naty, que tão carinhosamente lhe deu banho e o tratou de forma exemplar.

Toda a gente necessita de uma inspiração, de um exemplo a seguir, de algo em que acreditar. A minha inspiração sempre veio dos exemplos mais simples de bondade. E este foi dos mais marcantes na minha vida.

A todos vocês, um muito sentido obrigado.
 
O Homem, apesar de ser racional, age de uma forma bem diferente do animal, destacando a sua inteligência e a forma do seu comportamento.
O Homem tem inteligência, consciência e capacidade para analisar os seus actos, executar as suas tarefas, planear as suas actividades e colocá-las em prática.
O Homem, através da sua inteligência e capacitação, chega a atingir as coisas sensíveis e corporais e também as realidades imateriais e incorporais. Como por exemplo: a verdade, o tempo, o espaço, o bem, a virtude etc.
O Homem, através das suas diferenças, defronta-se com seu comportamento, pois o Homem é um ser surpreendente; a sua mudança é constante, os seus hábitos, costumes, crenças e culturas. A palavra “razão”é o que predomina no seu vocabulário.
Hoje, é lamentável a forma em que o Homem vive, ele destrói-se a cada minuto, tanto de uma forma carnal, como espiritual.
Hoje, nós podemos dizer que o Homem luta contra si mesmo. Ele mesmo fabrica armas contra si, bombas atómicas, não respeita nem o seu corpo, nem a sua própria vida; ele, tão ganancioso que pode um dia chegar ao ponto de se destruir totalmente, como já fez com várias espécies animais, com as florestas. Ele, na realidade, é o maior inimigo da natureza.
Os animais, considerados como um seres irracionais, , realizam os seus actos impelidos pelas suas sensações, pelos apetites e pelo instinto natural, para um fim de que eles mesmo ignoram e cujas consequências não conseguem nunca prever.
Os animais também são seres inteligentes, são seres que agem de acordo com os seus instintos, porém os seus sentimentos são fortes e puros em relação ao Homem.
Os animais não visam um conhecimento para o futuro, mas vivem a realidade do momento, se expressam de uma maneira natural para a vida.
Os animais são, na verdade, seres organizados, dotados de um sentimento profundo e expressam essa forma de vida aos olhos dos homens que não entendem, nem compreendem e nem respeitam um ser que é tão lindo e natural, independente da sua espécie.
O Homem domina todo espaço que encontra, ele infelizmente interfere até no espaço animal. O homem sempre visa o seu objectivo, sem se importar se irá destruir outras vidas, o Homem, ao mesmo tempo que constrói, destrói tudo num simples piscar de olhos, o Homem fez deste mundo um barril de pólvora que a qualquer momento pode explodir.
Um dia tudo isso terá um fim e a Natureza, criadora de todas estas coisas, irá questionar o porqu^r de tanta maldade, de tanta violência, de tanta desordem e também falta de humanidade.
 
Boa noite
Gostei de ver a vossa associação e digo-vos k ADORO gatos e agradeço o k estão a fazer por eles,merecem todo o nosso carinho e atenção
Digo-vos k já tive 32 gatos de varias cores
Infelizmente foram morrendo de velhice,o k custou-me muito porque aqui em casa todos gostávamos deles,o meu filho que na altura era um miúdo com 7 anos tinha uma adoração por eles e ainda hoje em dia tem uma gatinha no apartamento onde vive e partilha com mais 2 colegas.
A namorada dele que por ventura tem 7 gatos
3 adultos e 4 bebés
Dou-vos os parabéns por serem as pessoas k são e fazerem o bem a esses nossos amigos k bem merecem
Farei o k puder para divulgar a vossa ASSOCIAÇÃO,se com isso conseguir arranjar alguém para adoptar um deles porque eu estou distante para ir buscar um deles
Um muito obrigado a todos
 
No seu livro ‘A Insustentável Leveza do Ser’, Kundera brinda-nos com um personagem que não é humano, mas compreende os humanos mais do que qualquer humano: o cachorrinho Karenine. O último capítulo do livro, “O sorriso de Karenine”, é, na minha opinião, o mais belo capítulo da obra, e traz à tona a relação do homem com os animais.
Os animais, representados por Karenine, estão à nossa mercê, não porque somos superiores, mas porque nos julgamos superiores. Para isso, Kundera faz uma releitura do mito de Adão e Eva, e satiriza também – a melhor parte – o pensamento de Descartes. Nós, humanos, não nos damos conta dos animais, eles são como objectos mecânicos, sem alma, como dissera Descartes, e é com esse “objecto”, Karenine, que Tereza se refugia, e se encontra com os melhores prazeres de sua vida. O amor de Tereza e Karenine é completo, sem dúvidas, sem conflitos, sem dissabores, é o oposto do seu amor com Tomas. Dentro dessa perspectiva é possível perguntar quem está à mercê de quem: os animais ou nós? – Kundera deixa nas entrelinhas uma resposta - diz-nos, que quando nos reconhecemos nos animais, significa que nos divorciamos da humanidade, tal como o fez Nietzsche quando se deparou com um cocheiro que batia num cavalo; na ocasião, o filósofo abraçou o animal, pedindo desculpas pela ignorância e estupidez humana, e caiu em convulsões. Nesse momento Nietzsche distanciou-se da humanidade e passou para um plano de lucidez que ainda não existia entre os humanos - será ousadia dizer que não existe ainda esse mesmo plano?
 
"A compaixão pelos animais está intimamente ligada a bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem." (Arthur Schopenhauer)
 
"Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário civilizar o homem em relação a natureza e aos animais."
(Victor Hugo)
 
"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante."
(Albert Schweitzer)
 
Cada vez mais, dou-me conta de que o ser humano está em franco processo de regressão cultural, intelectual e social. Por outro lado, tenho percebido que os animais têm aguçado o seu processo de evolução doméstica e instintiva, passando a se aproximar muito dos comportamentos que deveriam ser típicos dos seres humanos.
Na verdade, a dúvida que me aflige é se os homens estão se animalizando ou se os animais se humanizando? Parece loucura ou devaneio de minha parte? No começo também pensei que o fosse. Porém, faço uso de dois exemplos básicos para defender e ilustrar a minha conturbada tese: O facto é que, pouco a pouco, dia a dia, homens, mulheres, crianças, idosos, mas em especial, os jovens, assemelham os seus comportamentos aos dos animais, adoptando o instinto como norte para as suas acções. Os animais estão se humanizando ou os homens se animalizando?
 
Eu só de ler fico em fanicos...imagino passando por ela...haviam de ser todas assim as pessoas, como estes quatro "heróis"...Fico muito contente pelo final feliz!! Toda a felicidade para o Mú a.k.a Bruce e o seu dono amigo:)
 
..fiquei sem palavras ao ler a 'estoria do Bruce/Mú'..tanta riqueza, tanto de tanto...e Guimas..'Rui' ;), partilho totalmente das tuas palavras..isto sim é A inspiração...demais chamarem-lhe 'Bruce', eh!! Grata também às 4 pessoas bonitas desta estória. e o Mú tb se portou mto bem!..
 
Comovente. Tudo.
 
Linda estória de um gatinho chamado Mú que saiu "em viagem mirabolante,fazendo estrepolias e retornou como Bruce,arrepiado sujinho,mas que hoje está feliz com quem lhe dá carinho"...longo passeio não é Bruce,ACOMODE-SE,não nos deixe sofrer por ti,fofinho.
Vou deixar aqui um comentário lindo:

"Nós seres humanos estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais,na mesma proporção que os Anjos estão para nos auxiliar.Portanto,quem chuta ou maltrata um animalzinho,é alguém que não aprendeu a AMAR."(Chico Xavier)

As mais belas frases de amor,são ditas no silêncio de um olhar leal de um cãozinho ou de um gatinho,nossos leais e amados amiguinhos de fé.
As vezes me pergunto:
SE TODOS OS ANIMAIS INSPIRAM TERNURA,O QUE HOUVE ENTÃO COM OS HOMENS?
 
Comovente e com um GRANDE FINAL FELIZ!
Parabéns Mú por voltares ao lar são e salvo!

Ron Ron's da familia felina cá da Tasca;)
 
Para esta estoria surreal, pouco tenho a dizer , comovente, emocionante! e cada vez gosto mais dos animais irracionais... sera k sao irracionais? como diziA , cada vez gosto mais dos animal irracional, do que o animal racional... Nanda.
 
MUITO OBRIGADO a todos pelas simpáticas palavras!! São palavras de ânimo, como as vossas, e finais felizes, como o do Bruce, que nos dão força para lutar. Muito obrigado**
 
Há duas maneiras de espalhar a luz: ser a vela, ou o espelho que a reflete.

Fomos todos (os intervenientes mais ou menos directos e todos os que comentaram) o espelho que reflectiu a luz, a luz da solidariedade, a luz do amor.

Pessoas que se comoveram, outras que agradeceram, outras que gritaram palavras de apoio.

Vamos agora, todos nós que intervimos nesta invulgar e comovente estória do Captain Muhu / Bruce, ser a vela.

A vela que ilumina, a vela que dá vida à escuridão. Acendamos ora a vela que ilumina os nossos corações.

Vamos abandonar a nave dos sonhos e pisar a realidade terrena.

E a realidade é que os companheiros que o Muhu/Bruce deixou na FAT e na Entregatos além da nossa atenção, dos nossos cuidados e do nosso carinho também precisam (e como !!) de coisas mais terrenas.

Precisam de alimentos, de areia, de medicamentos, de dinheiro para pagar ao veteriário as intervenções cirúrgicas, vacinas, etc.

Vamos todos dar a nossa contribuição material ??

Não tenho dúvida que sim ....

Uma boa e santa noite para todos.
 
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